AI and Machine Learning in Grid Fault Detection & Location
Revolutionizing Grid Fault Detection and Location with AI and Machine Learning
In today’s rapidly evolving energy landscape, detecting and locating faults in power grids efficiently and accurately is crucial. Grid faults—electrical malfunctions in the grid—can lead to power outages, safety hazards, and substantial economic losses. However, thanks to cutting-edge advancements in artificial intelligence (AI) and machine learning (ML), these challenges are being addressed in innovative ways.
What is Grid Fault Detection & Location?
Grid fault detection and location involve identifying faults within a power network and pinpointing the exact location of the issue. Faults can include short circuits, equipment failures, or other anomalies that interrupt the flow of electricity. Detecting these problems quickly is essential to restore power, prevent further damage, and maintain the overall efficiency of the grid.
Why is Traditional Fault Detection Challenging?
Traditional methods of fault detection in electrical grids often rely on manual inspections, sensor data, or simple detection algorithms. While these methods can be effective, they are time-consuming and sometimes inaccurate, especially in large, complex power grids. This delay can lead to prolonged outages, higher operational costs, and a loss of customer trust.
AI and Machine Learning: The Game Changers
The integration of AI and machine learning technologies into fault detection has transformed this field. These advanced algorithms can process vast amounts of data from smart sensors and grid systems in real time. By using historical data, environmental conditions, and system behavior, AI-powered systems can not only detect faults more quickly but also predict where they are likely to occur.
How Does AI Improve Fault Detection?
AI improves fault detection by analyzing patterns in the grid’s behavior. For example, machine learning models can identify deviations in voltage, frequency, and other key indicators that might signal a fault. Once a fault is detected, these models use data from surrounding sensors to pinpoint its exact location, enabling faster resolution. AI systems can even classify the type of fault, helping engineers address the problem more effectively.
Real-Time Monitoring with Smart Grids
One of the key benefits of using AI in grid fault detection is the ability to monitor grids in real time. Smart grid systems, equipped with advanced sensors, generate a constant stream of data. This data can be processed by AI algorithms to detect anomalies that could indicate faults long before they lead to outages. These systems not only reduce the time it takes to detect faults but also improve the accuracy of their location, significantly reducing downtime.
The Role of Machine Learning in Fault Location
Machine learning (ML), a subset of AI, is particularly powerful when it comes to fault location. By training algorithms on large datasets, ML models can make sense of complex relationships between different grid variables. When a fault occurs, the system compares real-time data with historical patterns to identify the fault’s location and predict its impact on the rest of the grid.
This level of predictive insight is a game changer, as it allows grid operators to perform preventative maintenance, reduce the risk of widespread outages, and improve the overall resilience of the grid.
Key Benefits of AI-Driven Fault Detection and Location
- Faster Detection and Response: AI-powered systems can detect faults in seconds, significantly reducing response times and the duration of outages.
- Increased Accuracy: Machine learning algorithms can pinpoint the exact location of a fault, eliminating guesswork and manual labor associated with traditional methods.
- Predictive Maintenance: AI systems can predict where faults are likely to occur, allowing for proactive maintenance and reducing the likelihood of system failures.
- Cost Efficiency: By minimizing downtime and improving fault resolution times, AI-powered systems save money on maintenance and repair costs.
- Improved Grid Reliability: Real-time monitoring and fault detection ensure that the grid is operating at optimal efficiency, reducing the risk of widespread outages and improving customer satisfaction.
The Future of Grid Fault Detection
As AI and machine learning continue to evolve, we can expect even more breakthroughs in grid fault detection and location. The use of deep learning models and advanced sensor networks will make it possible to detect and locate faults with unprecedented accuracy, ensuring the continuous operation of our electrical grids.
Moreover, as smart grids become more widespread, the integration of real-time fault detection will allow for even more automated and reliable grid management, contributing to the overall sustainability of energy systems.
Conclusion
Grid fault detection and location are critical components of maintaining a reliable and efficient power grid. With the advent of AI and machine learning technologies, these tasks are becoming faster, more accurate, and cost-effective. As the energy sector continues to embrace these advancements, grid operators can look forward to enhanced resilience, improved performance, and a more reliable power supply for consumers.
Rapid Fault Detection and Localization: A Key to Network Reliability
The expansion of networks, digitalization, and stricter regulations have made fault detection and localization a top priority for energy companies. Outages directly hurt financial metrics and customer satisfaction.
Modern, complex medium-voltage grids require solutions that go beyond traditional maintenance. Rapid fault pinpointing is now a critical operational task.
A key challenge lies with overhead lines (OHL), vulnerable to weather. To address this, Atriy offers the OHL Fault Indicator Lodestar CL0.5 BM-S. This device accurately determines fault area on 6-70 kV lines and transfers information to the operator. With easy, calibration-free setup, it is designed to work in isolated or compensated neutral networks.
By implementing targeted solutions like this, grid operators can drastically cut fault-finding time on critical assets. This transforms their approach from reactive response to proactive network management—a critical step toward building resilient and efficient power systems.
Entenda os indicadores de falhas à terra – como funciona o monitoramento
Em qualquer instalação industrial ou comercial moderna, a segurança e a confiabilidade da rede elétrica são fundamentais. Uma interrupção inesperada no fornecimento de energia pode paralisar a produção, enquanto uma falha elétrica não detectada pode levar a danos catastróficos aos equipamentos, incêndios e graves riscos à segurança. Um dos tipos de falhas mais comuns e perigosos é a falta à terra (ou fuga à terra). Para combater esse risco, dispositivos de segurança especializados conhecidos como indicadores de falhas à terra são essenciais. Estes dispositivos servem como a primeira linha de defesa, fornecendo avisos antecipados de condições potencialmente perigosas muito antes que elas se agravem, garantindo que toda a instalação permaneça estável, segura e produtiva.
Como os indicadores de falhas à terra detectam problemas
O princípio fundamental por trás dos indicadores de falhas à terra é o monitoramento constante do equilíbrio de corrente dentro de um circuito elétrico. Em um sistema aterrado saudável e funcionando corretamente, a corrente que flui da fonte para a carga através dos condutores de fase é exatamente igual à corrente que retorna. Deve haver zero vazamento de corrente para o solo. No entanto, quando ocorre uma falha à terra — muitas vezes devido à deterioração do isolamento, umidade ou contato acidental — uma parte da corrente escapa de seu caminho pretendido e flui diretamente para o terra. Isso cria um desequilíbrio perigoso no circuito.
É exatamente isso que os indicadores de falhas à terra são projetados para detectar. Utilizando sensores de corrente altamente sensíveis, conhecidos como Transformadores de Corrente de Balanço de Núcleo (CBCT) ou transformadores toroidais, que envolvem os condutores de fase e neutro, o dispositivo mede continuamente a soma vetorial das correntes. Quando esse desequilíbrio excede um limiar seguro pré-determinado, o indicador aciona imediatamente um alarme.
Para a segurança pessoal, esse limiar é frequentemente tão baixo quanto 5-30 mA. Para proteção de equipamentos, onde o objetivo é evitar danos por falhas de arco sustentadas de baixo nível, a sensibilidade pode ser ajustada para valores mais altos (por exemplo, 100-500 mA). Esse alarme é tipicamente um sinal visual, como uma luz vermelha piscante, ou uma saída de relé que pode ser conectada a um sistema de controle maior, alertando a equipe de que uma parte específica da infraestrutura elétrica requer atenção imediata. Esses produtos avançados são críticos para manter a saúde de qualquer sistema de energia.
Tipos de indicadores de falhas à terra e suas aplicações
Nem todas as soluções são iguais. A escolha certa depende se a prioridade é proteger pessoas, proteger equipamentos, garantir a continuidade ou localizar a falha.
Tipo AC / Tipo A (DR/RCD — alta sensibilidade para pessoas)
Utilizados para segurança pessoal em circuitos de baixa tensão relevantes. Eles desconectam rapidamente em baixas correntes residuais (veja os valores acima) para mitigar o risco de choque elétrico em oficinas, laboratórios e áreas com frequente interação humano-equipamento. No Brasil, são comumente conhecidos como dispositivos DR.
Ajustável, com atraso de tempo para seletividade (Tipo S / GFPE)
Em ambientes industriais complexos, a continuidade do serviço e o disparo seletivo são críticos. Dispositivos com retardo de tempo/seletivos permitem que engenheiros coordenem a sensibilidade e o atraso intencional (tipicamente de dezenas a centenas de milissegundos para RCDs seletivos; configurações de amperagem mais altas para proteção de equipamentos em entradas de serviço/alimentadores). Isso garante que transientes inofensivos (como a corrente de partida de motores, ou inrush) não causem disparos a montante, enquanto falhas sustentadas são isoladas no local correto.
Monitores montados em painel (RCM)
Os Monitores de Corrente Residual exibem ou transmitem valores de fuga em tempo real. Acompanhar a tendência de um aumento lento na corrente residual em um motor crítico é um sinal clássico e precoce de degradação do isolamento — ideal para a manutenção preditiva. Os RCMs fornecem sinalização, mas não realizam o desligamento automático.
Indicadores de Passagem de Falta (FPI/FCI) para alimentadores (Média Tensão)
Quando a tarefa é encontrar onde a falha ocorreu em alimentadores de média tensão, utilizam-se indicadores de falhas à terra projetados para redes de MT — indicadores de passagem de falta. Por exemplo, o Lodestar PT2 ajuda a localizar rapidamente faltas à terra e curtos-circuitos ao longo de linhas aéreas e cabos de 6–35 kV, reduzindo o tempo de patrulha e acelerando o restabelecimento.
Principais benefícios de um sistema robusto de monitoramento
A integração de uma rede de indicadores de falhas à terra apropriados oferece retornos tangíveis através da melhoria do tempo de atividade (uptime) e preservação de ativos. As principais vantagens incluem:
- Segurança Aprimorada: Ao fornecer alertas imediatos para falhas à terra perigosas, esses indicadores reduzem significativamente o risco de choque elétrico e incêndio. Isso oferece proteção superior para o pessoal e para a própria instalação, o que é sempre uma alta prioridade.
- Maximização do Tempo de Atividade Operacional: Em um ambiente de processo contínuo, uma parada inesperada é incrivelmente custosa. Os indicadores permitem que um sistema alerte sem necessariamente desarmar o disjuntor, dando à equipe a chance de realizar um desligamento ordenado ou resolver o problema antes que ocorra uma falha crítica, mantendo assim o fluxo de energia.
- Prevenção de Danos Custosos aos Equipamentos: Uma falha à terra persistente e não detectada pode causar danos severos a motores e transformadores. O aviso precoce fornecido pelos indicadores ajuda a prevenir isso, evitando reparos caros e custos de substituição.
- Solução de Problemas Simplificada e Rápida: Quando ocorre uma falha em um grande sistema industrial, encontrar sua localização pode ser um desafio demorado. Considere uma grande fábrica com dezenas de linhas de máquinas. Sem monitoramento por zonas, uma falha à terra poderia desligar toda a instalação enquanto eletricistas passariam horas testando cada circuito. Com indicadores em cada alimentador, um alarme aponta instantaneamente para "Linha 3, Prensa de Estampagem", reduzindo o tempo de inatividade de horas para minutos. Essa abordagem direcionada é a pedra angular de um sistema de manutenção eficiente.
- Manutenção Proativa: Um alarme de falha recorrente em um alimentador específico pode indicar deterioração do isolamento ou um equipamento envelhecido, permitindo que a manutenção seja agendada proativamente. Isso é vital para gerenciar o ciclo de vida de equipamentos de alta tensão. Um caminho de baixa resistência para o terra durante uma falha é o que pode causar danos significativos.
Desmascarando Mitos Comuns
Equívocos podem levar a medidas de segurança inadequadas. Vamos abordar alguns mitos comuns sobre os indicadores de falhas à terra.
- Mito 1: "Eles causam disparos intempestivos (nuisance tripping)." Realidade: Isso só é verdade para dispositivos especificados incorretamente. Produtos modernos e ajustáveis (como relés Tipo S) com atrasos de tempo configuráveis podem distinguir facilmente entre uma falha à terra perigosa e uma corrente de inrush temporária de um motor, eliminando virtualmente os alarmes falsos.
- Mito 2: "Um disjuntor padrão é suficiente." Realidade: Um disjuntor padrão é projetado para proteger contra sobrecargas e curtos-circuitos (frequentemente centenas de ampères). Ele é completamente "cego" para correntes de fuga de baixo nível (tão baixas quanto 50 mA) que podem ser fatais para humanos e causar incêndios. Confiar apenas em um disjuntor para proteção contra falha à terra é uma negligência perigosa.
- Mito 3: "Eles são apenas para sistemas de alta tensão." Realidade: O risco de choque elétrico letal é, na verdade, maior em sistemas comuns de baixa tensão (ex: 127/220V ou 230/400V), onde o pessoal tem maior probabilidade de estar trabalhando. Indicadores sensíveis são uma necessidade, não um luxo, em qualquer instalação elétrica.
Em última análise, essas soluções avançadas são essenciais para qualquer rede de distribuição moderna onde segurança e eficiência são prioridades, particularmente em redes aterradas exigentes onde o nível necessário de resistência para operação adequada deve ser mantido. Uma configuração bem implementada é a marca registrada de uma instalação elétrica confiável.
Perguntas Frequentes (FAQ)
P: Qual é a diferença entre um indicador de falha à terra e um relé de falha à terra?
R: Embora frequentemente usados de forma intercambiável, um "indicador" refere-se tipicamente a um dispositivo simples que fornece um alarme visual (uma luz ou sinalização mecânica). Um "relé" é um dispositivo mais avançado que inclui um contato elétrico (uma saída). Esse contato pode ser usado para acionar um alarme, enviar um sinal para um sistema de controle ou ativar a bobina de disparo (shunt trip) em um disjuntor para desenergizar o circuito automaticamente.
P: Onde esses dispositivos são tipicamente instalados?
R: Eles são instalados em pontos-chave de uma rede de distribuição, como em painéis de distribuição principais, centros de controle de motores (CCM) e circuitos alimentadores individuais. Isso permite uma rápida localização de uma falha dentro da rede aterrada mais ampla. Essas soluções são escaláveis para qualquer configuração.
P: Qual é a diferença entre uma falha à terra e um curto-circuito?
R: Um curto-circuito tipicamente envolve uma corrente muito alta fluindo diretamente entre dois ou mais condutores de fase, ou entre uma fase e um condutor neutro. Uma falha à terra, no entanto, é o fluxo não intencional de corrente de um condutor para o terra (solo). As correntes de falha à terra são frequentemente muito menores que as correntes de curto-circuito, mas podem ser igualmente, se não mais, perigosas em termos de risco de incêndio e choque elétrico.
P: O que indica um valor baixo de resistência de isolamento?
R: Um valor baixo de resistência na cobertura protetora de um circuito indica que o material está degradado, danificado ou contaminado. Isso cria um caminho mais fácil para a corrente "vazar" para o terra, aumentando significativamente o risco de uma falha. Monitorar essa resistência é uma parte fundamental para garantir a segurança de um sistema aterrado.
Deteção e localização de falhas na rede elétrica - guia técnico
Introdução: por que investir em deteção e localização de falhas na rede
A expansão das redes de distribuição, a digitalização do setor elétrico e as exigências regulatórias de qualidade tornaram a deteção e localização de falhas na rede elétrica um tema central para concessionárias e grandes consumidores industriais. Interrupções prolongadas impactam diretamente indicadores como DIC e DMIC, aumentam o custo operacional e afetam a satisfação dos clientes.
Ao mesmo tempo, cresce a complexidade das redes de média tensão, muitas vezes mistas (trechos aéreos, subterrâneos, isolados, anelados), com grande volume de dados provenientes de IEDs, detectores de falta, religadores e sistemas SCADA. Nesse contexto, localizar rapidamente o ponto exato de defeito deixa de ser apenas uma atividade de manutenção e passa a ser um processo crítico de operação e planejamento.
Conceitos básicos: o que é deteção e localização de falhas na rede
A expressão deteção e localização de falhas na rede engloba dois processos complementares:
- Deteção da falha: identificar que ocorreu um defeito no sistema elétrico (curto‑circuito, falta à terra, defeito fase‑fase, etc.), por meio de medições e/ou atuação da proteção.
- Localização da falha: estimar com precisão o trecho ou ponto da rede onde o defeito ocorreu, para direcionar a equipe de campo e restabelecer o fornecimento no menor tempo possível.
Em redes tradicionais, sem automação, a detecção inicial costuma vir do call center, via reclamações de clientes. Já em redes inteligentes (Smart Grids), a deteção se dá por análises automáticas de corrente, tensão e impedância, correlacionadas com o modelo elétrico da rede e o estado topológico em tempo real.
Principais tipos de faltas em redes de média tensão
Para estruturar uma estratégia eficiente de deteção e localização de falhas na rede, é essencial compreender os tipos de faltas mais comuns em redes de média tensão:
- Falta monofásica à terra: uma das fases entra em contato com o solo ou com partes aterradas (muito frequente em redes aéreas).
- Falta fase‑fase: contato entre duas fases, com ou sem envolvimento da terra.
- Falta trifásica: curto‑circuito entre as três fases; geralmente associada a eventos de maior severidade.
- Falhas de alta impedância: correntes de falta relativamente baixas, típicas de contatos com vegetação, estruturas corroídas ou isolamentos degradados, de detecção mais difícil.
- Falhas intermitentes: defeitos que desaparecem antes da chegada da equipe de campo, mas que deixam registros nos equipamentos de proteção e medição.
O comportamento elétrico de cada tipo de falta influencia diretamente os algoritmos utilizados para a localização e as estratégias de operação.
Como funciona um sistema moderno de deteção e localização de falhas na rede
Sistemas modernos de deteção e localização de falhas na rede elétrica combinam diferentes camadas tecnológicas:
- Modelo elétrico da rede: cadastro atualizado de linhas, cabos, transformadores, chaves e religadores, com parâmetros elétricos e topológicos.
- Medições em tempo real: correntes, tensões e impedâncias de sequência, fornecidas por IEDs, relés de proteção, medidores inteligentes e detectores de passagem de corrente de falta.
- Algoritmos de curto‑circuito: rotinas que, a partir das correntes de falta medidas, simulam cenários ao longo da rede e calculam os pontos de maior probabilidade de ocorrência do defeito.
- Plataforma georreferenciada: integração com sistemas GIS, permitindo visualizar a provável localização da falta diretamente sobre o mapa da rede de transmissão ou distribuição.
- Integração com SCADA/ADMS: os resultados da localização de faltas alimentam o centro de operação, que pode tomar decisões automáticas ou semiautomatizadas de manobra, isolamento e recomposição.
Na prática, o fluxo é o seguinte: ao ocorrer uma falha, o sistema coleta os valores de corrente e tensão nos pontos monitorados, estima a impedância aparente da falta, vincula esses dados ao modelo de rede e aponta, em um mapa, o trecho de maior probabilidade. Quanto mais pontos de medição e quanto mais confiável o cadastro elétrico, mais precisa será a localização.
Localização de falhas em redes isoladas de média tensão
Nas redes isoladas de média tensão (por exemplo, redes com neutro isolado ou compensado), o comportamento das correntes de falta é diferente de sistemas solidamente aterrados. Isso exige métodos específicos de deteção e localização de falhas na rede:
- Sensores dedicados e detectores de falta à terra: instalados em alimentadores e derivação, indicam o sentido da corrente de falta ou a presença de componente residual, ajudando a delimitar o trecho defeituoso.
- Sequência de manobras de teste: em alguns casos, é necessário realizar manobras controladas (como reenergização de trechos, alteração de pontos de seccionamento) para observar a resposta da rede e refinar a localização.
- Uso de relés de distância e relés direcionais: a partir da impedância calculada pelo relé, estima‑se a distância entre o ponto de medição e a falta, o que é especialmente útil em linhas longas de subtransmissão.
- Técnicas específicas para cabos isolados: em redes subterrâneas, podem ser usados métodos de reflexão de ondas, medição de tempo de percurso (TDR) e ensaios de alta tensão controlada para localizar defeitos em cabos.
Um procedimento bem definido para redes isoladas costuma combinar:
- Confirmação do tipo de falta (à terra, fase‑fase etc.).
- Delimitação do alimentador afetado a partir de indicações de proteção e detectores de falta.
- Isolamento progressivo de trechos até localizar o segmento defeituoso.
- Ensaios específicos em cabos ou equipamentos suspeitos, se necessário.
Benefícios operacionais da deteção e localização eficiente de falhas
Ao implementar soluções avançadas de deteção e localização de falhas na rede, concessionárias e grandes consumidores obtêm ganhos tangíveis:
- Redução do tempo de interrupção: localizar a falha em minutos, em vez de horas, reduz significativamente o tempo de recomposição do sistema.
- Melhoria dos índices de qualidade (DIC, DMIC, FEC, DEC): menos tempo sem fornecimento e menor número de interrupções.
- Otimização das equipes de campo: as equipes saem com informações mais precisas sobre o local provável e o tipo de defeito, aumentando a assertividade das intervenções.
- Diminuição de custos operacionais: menos deslocamentos desnecessários, redução de horas extras e do uso de recursos em inspeções aleatórias.
- Melhor planejamento de investimentos: com histórico detalhado de faltas e registros georreferenciados, tornam‑se mais claros os pontos críticos da rede, apoiando decisões de reforço, substituição de cabos ou instalação de novos equipamentos de automação.
- Integração com estratégias de Smart Grid: os mesmos dados e algoritmos usados para localização de faltas podem alimentar módulos de otimização de Volt/VAR, controle de fluxo de potência e análise de perdas técnicas.
Boas práticas para implementar projetos de deteção e localização de falhas na rede
Para extrair o máximo valor de uma solução de deteção e localização de falhas na rede elétrica, algumas boas práticas são fundamentais:
- Manter o cadastro de rede permanentemente atualizado: alterações de topologia, substituição de cabos, instalação de novos religadores e reguladores de tensão devem ser refletidas no modelo elétrico.
- Garantir qualidade das medições: a confiabilidade dos algoritmos depende de TCs, TPs e IEDs corretamente dimensionados, configurados e calibrados.
- Definir arquitetura de comunicação robusta: redes de comunicação redundantes e seguras (fibra, rádio, 4G/5G privado etc.) evitam perda de dados em situações críticas.
- Integrar sistemas (SCADA, GIS, ADMS, sistemas comerciais): integração é o que permite cruzar dados de operação, cadastro e atendimento ao cliente, acelerando o diagnóstico.
- Treinar operadores e equipes de campo: mesmo com algoritmos avançados, a interpretação correta das indicações de localização de faltas é decisiva para o sucesso do processo.
- Estabelecer indicadores e metas: acompanhar KPIs como tempo médio de localização da falta, tempo médio de recomposição, número de deslocamentos por ocorrência e reincidência de falhas por trecho.
Tendências: inteligência artificial e análise de Big Data
Com o crescimento do volume de dados (Big Data) oriundos de medidores inteligentes, IEDs e sensores distribuídos, a deteção e localização de falhas na rede tende a incorporar cada vez mais recursos de inteligência artificial:
- Algoritmos de aprendizado de máquina para identificar padrões de pré‑falha e atuar de forma preditiva.
- Modelos de recomendação de manobras, com base em histórico de eventos semelhantes.
- Análise automatizada de qualidade de energia e correlação com falhas recorrentes em determinados ativos ou regiões.
- Simulações em tempo real, combinando dados de estado da rede com previsões de carga e geração distribuída.
Essas tecnologias complementam os métodos tradicionais de curto‑circuito e medição de impedância, ampliando a capacidade de resposta do operador e aumentando a disponibilidade do sistema elétrico.
Conclusão
Uma estratégia consistente de deteção e localização de falhas na rede elétrica é hoje um elemento obrigatório para qualquer empresa que busque reduzir custos operacionais, melhorar indicadores de qualidade e preparar sua infraestrutura para o cenário de redes inteligentes.
Ao combinar um modelo elétrico bem estruturado, medições confiáveis, algoritmos avançados e integração com plataformas de automação, é possível localizar faltas com muito mais rapidez e precisão, direcionar melhor as equipes de campo e transformar dados em decisões operacionais e de investimento.
Essa visão integrada da deteção e localização de falhas posiciona as empresas à frente em eficiência, segurança e qualidade de fornecimento – pontos fundamentais em um setor elétrico cada vez mais exigente e competitivo.
Merry Christmas and a Happy New Year!
Dear Partners,
On behalf of the entire team at ATRIY company, we extend our warmest wishes to you and your colleagues for a joyous Christmas and a prosperous New Year.
We truly value our partnership and look back with gratitude on the success we have achieved together in the past year. We are excited about the opportunities that the coming year holds and we are confident that our collaboration will continue to flourish in the coming year.
May the holiday season bring you peace, happiness, and time to spend with your loved ones. We wish you a wonderful celebration and a fantastic start to the New Year.
Warm regards,
ATRIY team
ATRIY Introduces IDD-VCR Vacuum Recloser to Enhance Network Reliability
ATRIY launches a new product — the IDD-VCR Vacuum Recloser, designed for automatic sectioning and backup in networks with multiple power sources. The device enhances the reliability of consumer power supply and efficiently manages medium-voltage distribution networks.
Key Features:
- Operates in any network topology (radial, ring, with dual supply) without reconfiguration.
- Performs relay protection (ANSI-50/51) and automation functions, including auto-reclosing (AR).
- Equipped with an intelligent control system and supports IEC 61850 and IEC 60870-5-104 protocols.
- Ensures rapid power restoration after outages.
Advantages: high reliability, visible circuit break, minimal maintenance, and reduced downtime.
The IDD-VCR is ideal for network modernization projects, industrial facilities, and utility infrastructure.
Contact us for a consultation or to place an order.
ATRIY in the Philippines: Powering Reliability in the Tropics
ATRIY LLC рparticipates in the 50th Annual National Convention (ANC) and the 3E XPO 2025, held at in Philippines. Hosted by the Institute of Integrated Electrical Engineers of the Philippines, Inc. (IIEE), this landmark "Golden Year" event is the premier gathering for professionals in the electrical, electronics, and energy engineering sectors.
At the exhibition, ATRIY's innovative devices are being featured at the booth of our partner company, CENTRADE. For more than five years, they have been purchasing our equipment for the Philippine power grid, as they believe that our devices can reliably operate in high humidity and strong winds, helping power grid operators identify damaged sections of the grid in real-time.
Our specialists are on site demonstrating the company's flagship products: the Lodestar CL0.5B and Lodestar CL0.5 BM series Fault Passage Indicators. These top-of-the-range solutions are designed for the rapid detection of fault location and direction on overhead power lines.
The significant interest and positive reception from exhibition visitors towards our products are a tremendous reward for our team. Such feedback strengthens our commitment to the strategic goal: ensuring the highest level of power supply reliability worldwide.
Understanding ground fault indicators - how ground fault monitoring works
In any modern industrial or commercial facility, the safety and reliability of the electrical network are paramount. An unexpected interruption in the power supply can halt production, while an undetected electrical fault can lead to catastrophic equipment damage, fires, and severe safety hazards. One of the most common and dangerous types of faults is a ground fault. To combat this risk, specialized safety devices known as ground fault indicators are essential. These devices serve as the first line of defense, providing early warnings of potentially hazardous conditions long before they escalate, ensuring the entire installation remains stable, safe, and productive.
How Ground Fault Indicators Detect Faults
The fundamental principle behind ground fault indicators is the constant monitoring of current balance within an electrical circuit. In a properly functioning, healthy grounded system, the current flowing from the source to the load through the phase conductors is exactly equal to the current returning. There should be zero current leakage to the ground. However, when a ground fault occurs—often due to deteriorating insulation, moisture, or accidental contact—a portion of the current escapes its intended path and flows directly to the ground. This creates a dangerous imbalance in the circuit.
This is precisely what ground fault indicators are designed to detect. Using highly sensitive current sensors, known as Core Balance Current Transformers (CBCT) or toroidal transformers, which enclose the phase and neutral conductors, the device continuously measures the vector sum of the currents. When this imbalance exceeds a predetermined, safe threshold, the indicator immediately triggers an alarm. For personnel safety, this threshold is often as low as 5-30 mA. For equipment protection, where the goal is to prevent damage from sustained, low-level arcing faults, the sensitivity might be set higher (e.g., 100-500 mA). This alarm is typically a visual signal, like a flashing red light, or an output relay that can be connected to a larger control system, alerting personnel that a specific part of the electrical infrastructure requires immediate attention. These advanced products are critical for maintaining the health of any power system.
Types of Ground Fault Indicators and Their Applications
Not all solutions are created equal. The right choice depends on whether the priority is protecting people, protecting equipment, ensuring continuity, or locating the fault.
Type AC / Type A (RCD/GFCI — high sensitivity for people):
Used for personnel safety on relevant low-voltage circuits. They disconnect rapidly at low residual currents (see values above) to mitigate the risk of electric shock in workshops, laboratories, and areas with frequent human–equipment interaction.
Adjustable, time-delayed protection for selectivity (Type S RCD / GFPE):
In complex industrial settings, continuity of service and selective tripping are critical. Time-delayed/selective devices let engineers coordinate sensitivity and intentional delay (typically tens to hundreds of milliseconds for selective RCDs; higher-amp settings for GFPE on services/feeders) so harmless transients (e.g., motor inrush) don’t cause upstream trips, while sustained faults are cleared in the correct location.
Panel-mounted monitors (RCM):
Residual current monitors display or transmit real-time leakage values. Trending a slowly increasing residual on a critical motor is a classic early sign of insulation degradation—ideal for predictive maintenance. RCMs provide signaling but do not perform automatic disconnection.
RCMs provide signaling but do not perform automatic disconnection.
Fault Passage Indicators (FPI/FCI) for feeders (MV):
When the task is to find where the fault occurred on medium-voltage feeders, use ground fault indicators designed for MV networks—fault passage indicators. For example, the Lodestar PT2 helps quickly localize earth faults/short circuits along 6–35 kV overhead and cable lines, cutting patrol time and speeding restoration.
Key Benefits of a Robust Ground Fault Monitoring System
Integrating a network of appropriate ground fault indicators offers tangible returns through improved uptime and asset preservation. The primary advantages include:
- Enhanced Safety: By providing immediate alerts for hazardous ground faults, these indicators significantly reduce the risk of electric shock and fire. This offers superior safeguarding for personnel and the facility itself, which is always a high priority.
- Maximized Operational Uptime: In a continuous process environment, an unexpected shutdown is incredibly costly. Ground fault indicators allow a system to alarm without necessarily tripping, giving staff the chance to conduct an orderly shutdown or address the issue before a critical failure occurs, thus keeping the power flowing.
- Prevention of Costly Equipment Damage: An undetected, persistent ground fault can cause severe damage to motors and transformers. The early warning provided by ground fault indicators helps prevent this, avoiding expensive repairs and replacement costs.
- Simplified and Rapid Troubleshooting: When a fault occurs in a large industrial system, finding its location can be a time-consuming challenge. Consider a large manufacturing plant with dozens of machine lines. Without zoned monitoring, a ground fault could shut down the entire facility while electricians spend hours testing each circuit. With indicators on each feeder, an alarm instantly points to "Line 3, Stamping Press," reducing downtime from hours to minutes. This targeted approach is a cornerstone of an efficient maintenance system.
- Proactive Maintenance: A recurring fault alarm on a particular feeder can indicate deteriorating insulation or an aging piece of equipment, allowing maintenance to be scheduled proactively. This is vital in managing the lifecycle of high-voltage equipment. A low resistance path to ground during a fault is what can cause significant damage.
Debunking Common Myths
Misconceptions can lead to inadequate safety measures. Let's address some common myths about ground fault indicators.
- Myth 1: "They cause nuisance tripping." Reality: This is only true for incorrectly specified devices. Modern, adjustable products (like Type S relays) with configurable time delays can easily distinguish between a dangerous ground fault and a temporary inrush current from a motor, virtually eliminating false alarms.
- Myth 2: "A standard circuit breaker is enough." Reality: A standard breaker is designed to protect against overloads and short circuits (often hundreds of amps). It is completely blind to the low-level leakage currents (as low as 50 mA) that can be fatal to humans and cause fires. Relying solely on a breaker for ground fault protection is a dangerous oversight.
- Myth 3: "They are only for high-voltage systems." Reality: The risk of lethal electric shock is actually highest in common low-voltage (e.g., 230/400V) systems, where personnel are most likely to be working. Sensitive ground fault indicators are a necessity, not a luxury, in any electrical setup.
Ultimately, these advanced solutions are essential for any modern distribution network where safety and efficiency are top priorities, particularly in demanding grounded networks where the required level of resistance for proper operation must be maintained. A well-implemented setup is a hallmark of a reliable electrical installation.
Frequently Asked Questions (FAQ)
Q: What is the difference between a ground fault indicator and a ground fault relay?
A: While often used interchangeably, an "indicator" typically refers to a simple device that provides a visual alarm (a light). A "relay" is a more advanced device that includes an electrical contact (an output). This contact can be used to trigger an alarm, send a signal to a control system, or activate a shunt trip on a circuit breaker to de-energize the circuit automatically.
Q: Where are these devices typically installed?
A: They are installed at key points throughout a distribution network, such as on main switchgear, distribution panels, motor control centers, and individual feeder circuits. This allows a quick localization of a fault within the broader grounded network. These solutions are scalable for any setup.
Q: What is the difference between a ground fault and a short circuit?
A: A short circuit typically involves a very high current flowing directly between two or more phase conductors or between a phase and a neutral conductor. A ground fault, however, is the unintended flow of current from a conductor to the earth ground. Ground fault currents are often much lower than short circuit currents but can be equally, if not more, dangerous in terms of risk of fire and electric shock.
Q: What does a low insulation resistance value indicate?
A: A low resistance value for the protective covering in a circuit indicates that the material is degraded, damaged, or contaminated. This creates an easier path for current to leak to the ground, significantly increasing the risk of a fault. Monitoring resistance is a key part of ensuring the safety of a grounded system.
Innovative equipment for monitoring and controlling power lines in the GCC region
Autumn is a peak season for business activities, and the GCC region is not an exception. ATRIY's specialists presented their products at energy exhibitions in the United Arab Emirates and Saudi Arabia.
Wetex 2025, one of the key events in the energy industry organized by the Dubai Electricity and Water Authority (DEWA), was held in Dubai. There, we introduced representatives of energy companies to comprehensive solutions for the automation of energy facilities. We also presented the updated Lodestar PT2 PRO - short-circuit current indicator for cable lines, which was developed specially to meet DEWA's requirements.
Next, we visited the equally hospitable city of Riyadh for the Elenex 2025 exhibition. Our commercial and technical support teams held a series of successful meetings presenting equipment and software for monitoring distribution and high-voltage power lines, including indicators with high sensitivity to emergency currents from 0,2 А.
Today, ATRIY's equipment is already installed in major energy companies across the GCC and has proven its effectiveness in extreme conditions such as high temperatures, dust and sand.
We are committed to provide people around the world with reliable and uninterrupted energy supply!
Visit us at ELENEX 2025!
Dear partners,
We are exited to invite you to visit us at ELENEX 2025 in Riyadh, Saudi Arabia, October 6-8 at Riyadh International Convention Exhibition Center. Our specialists will present you our complex digital solutions for Energy leaders and our new products:
- equipment for monitoring and diagnostics of overhead lines, including Fault Passage Indicators powered from the line and sensitivity to emergency currents from 0.2 A;
- equipment for detecting cable line accidents, including the updated Earth Fault Indicator Lodestar PT2-PRO developed especially for DEWA;
- software solutions for overhead and cable line monitoring and control.
About the event:
Saudi Elenex 2025 is the leading gathering for the Lighting, Electricity, Alternative Energy, Air Conditioning and Water Technology sectors in Saudi Arabia.
Date: 6 - 8 October, 2025
Venue: Riyadh International Convention Exhibition Center
More...
ATRIY LLC develops a wide range of technical solutions for the digital transformation of electric grids.
Our devices ensure monitoring and control of all nodes in the power lines, transformation and distribution substations.
ATRIY Company presents special models of fault indicators for overhead voltage lines.
Short circuit indicators Lodestar CL0.2B VEH are powered from the line.
The devices are designed to determine the damaged area on overhead lines of distribution networks with voltage of 6-35 kV.
Full information about the device is already available on the pages of our website.
Short circuit indicator Lodestar CL0.2B VEH
ATRIY Company presents special models of fault indicators for overhead voltage lines.
Short circuit indicators Lodestar CL0.2B VEH are powered from the line.
The devices are designed to determine the damaged area on overhead lines of distribution networks with voltage of 6-35 kV.
The Lodestar CL0.2B VEH does not have replaceable batteries, the indicator is powered directly from the line voltage (from 6 kV).
Advantages:
- Maintenance-free, no removable batteries and accumulators.
- Sensitivity to emergency process currents from 0.2A.
- Live line installation on any type of wire.
The Lodestar CL0.2B VEH set consists of three indicators and has a short-range radio channel for connection using the Lodestar App remote control. Lodestar CL0.2B VEH can communicate with different types of receiver models: Communication unit Lodestar Lightbox, Communication unit Lodestar Smartbox.
Communication units can transmit fault information to the KOMORSAN monitoring system or SCADA system via GSM/GPRS/3G (IEC60870-5-104, GRE, Ipsec, OpenVPN and other network protocols are possible).
Visit us at WETEX 2025!
Dear partners!
We would like to invite you to visit us on booth 1-C10 at WETEX 2025 Exhibition in Dubai, September 30 – October 02 where we will present our complex digital solutions for Energy industry and our new products:
- equipment for monitoring and diagnosing overhead lines, including Fault Passage Indicators powered from the line and sensitivity to emergency currents from 0.2 A;
- equipment for detecting cable line accidents, including the updated Earth Fault Indicator Lodestar PT2-PRO developed especially for DEWA;
- software solutions for overhead and cable line monitoring and control;
- interactive stand of the System of Automatic Network Recovery (FLISR) in 6-110 kV distribution network on the basis of Intellectual Disconnector IDD, fault passage indicators and hardware-software system KOMORSAN.
About the event:
WETEX is the leading global Water, Energy, Technology and Environment Exhibition. Annually, more than 45 000 unique visitors, 2600 companies from 62 countries take part in the event.
Date: 30 September - 02 October 2025
Venue: Dubai World Trade Centre, Dubai, UAE










